terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Resumo da gestão de Mário Bittencourt em 2020

Por FLUnômeno —

  • 13:41

    Foto: Lucas Merçon - FFC - Divulgação

    Aqui no blog já fizemos um resumão da gestão de Mário Bittencourt em 2019, pelos poucos meses que ele atuou como presidente do Fluminense. Agora, gostaríamos de fazer um resumão sobre o primeiro ano integral de mandato do atual presidente do FFC. Vale lembrar que, assim como fizemos um resumo da gestão de Pedro Abad, esse post é uma marca histórica sobre a atual gestão, podendo ser consultada tempos depois.

    Esse ano foi super complicado. O mundo inteiro teve que enfrentar a Covid-19, vírus que nasceu na China e arrasou o mundo. Houve um grande impacto na vida de todo mundo. No futebol, houve uma paralisação geral, com a volta em alguns meses, mas jogos com portões fechados (longe da torcida). Isso obviamente impactou as receitas do Fluminense e demais clubes, bem como afetou a economia do país.

    A primeira coisa que Mário fez em 2020 foi montar a equipe junto com Angioni e Odair Hellman. Desde Janeiro já haviam conversas com Fred, que esperou um desfecho final contra o Cruzeiro para trazê-lo ao Fluminense. Acho que não precisarei focar em elenco aqui, porque a minha intenção aqui é dar um resumo da atual gestão, e não de elencos. Só sei de uma coisa: esse elenco montado pelo Mário é horroroso, pior de todos os tempos!

    Maus negócios...

    Houve também uma tentativa de manter Allan no Fluminense. Com um pé no Atlético MG, Mário decidiu então fazer uma contraproposta de R$17 milhões para tentar impedir a transação para o Galo. Porém, Allan decidiu ir para Minas Gerais.

    A primeira grande cagada da atual gestão foi não renovar com Evanilson, que acabou assinando com a Tombense. Outra cagada, foi emprestar Mascarenhas (ótimo lateral esquerdo da base) para trazer Egídio, velho e um dos maiores salários do Flu. Apostando no mercado sul-americano, o clube trouxe o peruano Pacheco e o uruguaio Michel Araujo. Aliás, em 2020 vimos o talento do jovem Miguel, que foi barrado durante o ano inteiro não se sabe o porquê (alguns dizem que por ordem do próprio presidente Mário).

    Mário começou cobrando justiça

    Por decisão do STF, clubes são punidos por cantos homofóbicos de sua torcida. Foi isso que a torcida do Flamengo realmente fez, e o presidente Mário cobrou isso. Como grandes flamenguistas, vocês acham que os caras que comandam o futebol do Rio iriam punir o queridinho?! O Fluminense chegou a ser punido com advertência quando a torcida cantou "time assassino" para eles, em referência a morte dos jovens da base por imprudência do rival.

    Atitudes do Presidente diante do Covid-19

    Por conta do vírus chinês, o futebol brasileiro e mundial ficou paralisado por tempo indeterminado. Nesse caso, Mário salvou o futebol brasileiro trazendo alternativas dos clubes para pagarem os salários dos jogadores mesmo sem jogos. Durante a pandemia, a diretoria de Mário Bittencourt teve um pico de ambição e tentou a contratação do zagueiro Thiago Silva.

    Além disso, Mário Bittencourt brigou com a FERJ para adiar o retorno prematuro que queriam fazer no Carioquinha, em pleno pico da pandemia. Junto com o Botafogo (outro aliado importante na preservação de vidas), quando o futebol foi liberado, foi criado até um torneio amistoso chamado Taça Gerson & Didi, disputado pelos rivais. Além disso, Mário administrou tão bem que o Fluminense foi o único clube do Rio de Janeiro que não demitiu seus funcionários por conta da paralisação.

    A maior bizarrice de Mário Bittencourt no comando do Fluminense foi a modificação que o mesmo fez no escudo, maior patrimônio do clube. O cúmulo foi colocar uma máscara no escudo do Fluminense. Isso nem Abad nem outros presidentes fizeram. Simplesmente bizarro...

    Cagadas, Cagadas, Cagadas...

    Também responsável pelo departamento de futebol, Mário sequer conseguiu trazer a reposição de peças importantes do plantel, que acabaram saindo no decorrer da temporada. O primeiro que perdemos foi o lateral direito Gilberto. Em seguida, nosso melhor atacante, Evanilson. Além disso, Dodi se valorizou e também acabou saindo do clube de graça. Em contrapartida, deu chances do flamenguista Fellipe Cardoso, e também ao Caio Paulista e também renovou com Igor Julião, o lateral lacração. Marcos Paulo e muito provavelmente Miguel também podem deixar o clube de graça.

    Com a saída de Odair Hellman, Mário decidiu manter o amigo (e cabo eleitoral) Marcão até o fim do Brasileirão, que terminará em Fevereiro de 2021. Além disso, deixou de jogar nas Laranjeiras para arrecadar mais de R$1 milhão de prejuízo no Maracanã sem torcida. E posso te falar: continuamos sem um patrocinador master em 2020. A promessa inicial era terminar 2019 com patrocinador master. Estamos no fim de 2020 e a promessa sequer foi cumprida mesmo um ano depois.

    Concluindo: Mário tem pago as dívidas, legal, mas no âmbito esportivo, tive (ao meu ver) MEU PIOR ANO COMO TORCEDOR DO FLUMINENSE. O elenco é fraco, a diretoria não entende (e pior que acha que entende) de futebol. É super atrasada. Minha nota geral para a gestão de Mário neste ano é 2. No geral, foi muito ruim.

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