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segunda-feira, 9 de maio de 2022

Livro que fala como Flamengo escapou do rebaixamento de 2013 terá segunda edição

Foto: Reprodução da 1ª Edição do livro.

Aqui no blog já chegamos a falar sobre o "Caso Heverton", que ocasionalmente salvou o Flamengo do rebaixamento de 2013, e também acabou rebaixando a Lusa. Na última rodada, André Santos (do Flamengo) e Heverton (da Portuguesa) entraram em suas partidas irregularmente, e ambos perderam pontos por conta disso. O Fluminense, que havia sido rebaixado naquele ano, conseguiu também se salvar da degola graças aos pontos perdidos por ambos os clubes que escalaram jogadores irregulares.

Seja como for, um Tricolor chamado Coronel Paul, primeiramente iniciou com um blog que depois se transformou em livro, conforme chegamos a falar aqui. O livro quase não foi falado pela Flapress, mas terá uma segunda edição em breve. O próprio Coronel Paul usou seu canal para falar sobre a segunda edição do livro, que está na gráfica. Vejam abaixo.



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quarta-feira, 4 de março de 2020

Torcida do Fluminense é citada no livro dos Beatles

Foto: Reprodução
Aqui no blog eu já tinha falado sobre a relação entre os Rolling Stones e o Fluminense. Porém, acabei de ficar sabendo que a torcida tricolor foi citada num livro sobre os Beatles, uma das maiores bandas musicais de todos os tempos. Segue abaixo o trecho de onde achei. Para quem tem dúvida sobre o livro que nossa torcida foi citada, ele está no livro "Beatles em tudo: Curiosidades inéditas sobre a maior banda da historia."


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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Entrevista com Panorama Tricolor

Hoje nosso entrevistado é Paulo-Roberto Andel: escritor de diversos livros do Fluminense e um dos fundadores/colunistas do Panorama Tricolor
E mais uma vez entrevistamos o dono/criador de um dos sites mais conhecidos sobre o Fluminense na internet, o Panorama Tricolor. Tivemos a honra de entrevistar Paulo-Roberto Andel, autor de vários livros sobre o Fluminense. Conheça um pouco mais sobre o trabalho dele a frente do Panorama Tricolor. Confiram nossa entrevista exclusiva.

1. Como surgiu a ideia do Panorama Tricolor?!

Resposta: Escrevo em sites e blogs de futebol desde 2006. No ano de 2012, pertencia ao principal site de articulistas da época, o Fluminense & Etc, já como autor publicado, quando saí para outro blog.

A experiência não deu certo e então resolvi fazer o meu próprio canto, para escrever às vezes, apenas isso. Só que fugiu ao meu controle e cresceu.

Um amigo deu o suporte de TI, convidei outros para participar e aí estamos há seis temporadas, com mais de 220 programas de TV e cerca de onze mil páginas escritas sobre o Flu – se um dia virarem livro, entrará para o Guiness.

2. Como funciona o trabalho de vocês?! Quantas pessoas existem na equipe do Panorama?!

Resposta: Atualmente são doze colunistas fixos semanais, mais os colaboradores e a equipe de televisão, que dá umas 20 pessoas. A programação é diária, com ao menos uma postagem nova, salvo feriados e recessos. O programa de TV atualmente é quinzenal, devendo sofrer reformulações para 2019.

Sobre o funcionamento, os cronistas são livres para escreverem o que quiserem e a maioria possui um dia fixo, desde que dentro dos princípios constitucionais. Exceto as resenhas de jogos, ninguém sabe exatamente o que virá no dia seguinte, o que acaba gerando uma surpresa permanente – não trabalhamos com notícias, apenas o blog parceiro Notícias Flu, nem as propaladas “infos”. Nosso foco é opinião, história e literatura.

3. Pelo que vi, um dos fundadores, Paulo Roberto Andel, já escreveu alguns livros sobre o Fluminense. Poderia nos falar um pouco sobre estes livros?!

Resposta: São 13 livros a saber, sendo nove de autoria individual e quatro coautorias: “Do inferno ao céu” (2010), “Duas vezes no céu” (2012), “1995: o Campeão do Centenário” (2013)”, "Pagar o quê?” (2014), “O Fluminense que eu vivi” (2015), “Cartas do Tetra” (2015), “O Fluminense na Estrada” (2016), “Onde você estava naquele inesquecível gol de barriga?” (2016), “Onde as três cores são nome” (2017), mais a série de e-books gratuitos “Roda Viva” (volumes 1, 2, 3 e 4, 2017-2018), estes disponíveis para download no próprio PANORAMA. Isso afora outras participações, prefácios e a participação no livro oficial do clube “O Fluminense somos todos nós” (2016).

Imagens de alguns dos livros de Paulo-Roberto Andel. Imagem cedida pelo Panorama Tricolor - Divulgação.
Os livros tratam de algumas grandes conquistas tricolores (os primeiros livros lançados no país sobre os títulos de 2010 e 1995 são meus), histórias de quem viveu 40 anos nas arquibancadas desde os anos 1970, conversas com celebridades tricolores, poesia e, por fim, a defesa institucional do clube, caso específico de “Pagar o quê?”, um livro que causou profundo incômodo em estúdios e redações sempre contra o Fluminense, uma vez que trata do tema “virada de mesa” e repagina mais de quatro décadas de histórias nebulosas do futebol brasileiro.

4.   Por conta de um desses livros, aconteceu um processo do Fluminense por reclamação de uso devido de uma imagem. Poderia nos falar como foi o desfecho dessa história?!

Resposta: Importante esclarecer: em nenhum momento o Fluminense moveu qualquer processo contra a minha pessoa ou a Editora 7Letras, que me contratou à época, muito pelo contrário.

O que aconteceu foi que um ex-funcionário do clube, em flagrante desrespeito à Lei Pelé (9.615/98 – art. 42) e praticando deliberada obstrução à Justiça (omitindo seu vínculo empregatício CLT com o clube para ferir-lhe o direito de propriedade de imagens, previsto na referida lei, além de mentir sobre seus rendimentos pessoais para obter gratuidade judicial), entrou com uma ação exigindo uma fortuna pela suposta manipulação de uma imagem que, pela lei, sequer lhe pertencia. A má fé foi tamanha que o artista gráfico, contratado pela editora, estava creditado na obra e não foi sequer mencionado, nem nunca fomos procurados para qualquer entendimento que se fizesse necessário. Mas o pior de tudo, tudo mesmo, foi a reivindicação de destruição da obra literária, ato que só encontra eco em regimes totalitários e em momentos abomináveis da história da Humanidade (também citados pelos Fluminense em sua petição), tais como a Inquisição e a ascensão da “New Order” de Adolf Hitler.

O que o Fluminense fez, isso sim, foi entrar em 2017 como terceiro interessado na ação, agindo em minha defesa, onde enfatiza a má fé do ex-funcionário no processo e me agradece (novamente) pelos serviços prestados à causa literária do clube. Já o tinha feito em 2014, quando orgulhosamente recebi o título simbólico de torcedor ilustre do clube, em Sessão Solene do Conselho Deliberativo por ocasião de seu aniversário.

O processo continua em andamento na Justiça. Todos os seus passos podem ser conhecidos nos links abaixo:




5. E ainda sobre livros. Existem algum novo livro a caminho?!

Resposta: Bom, alguns. Talvez vários, não somente meus, mas de toda a equipe também. Antonio Gonzalez, querido amigo e referência do clube, trabalhou conosco e lança seu livro tricolor no segundo semestre, assim como o jornalista Paulo Rocha, craque da nossa equipe com passagem por diversos veículos de comunicação.  

Paulo-Roberto Andel e Gilberto Gil. Imagem cedida pelo Panorama Tricolor - Divulgação.
Na verdade, já tenho cinco ou seis prontos, que poderiam ir para a revisão hoje, mas eles serão lançados aos poucos, até porque preciso dar conta da minha carreira literária fora do futebol (que conta com outros seis livros lançados e outros dois no prelo). E sempre surge algo pelo caminho, uma parceria ou algo assim. O meu verdadeiro primeiro livro tricolor, que nunca foi publicado, deve sair do forno até 2019 e tem histórias emocionantes e inéditas de grandes personalidades tricolores falando sobre o Flu, algumas que inclusive já não estão mais entre nós – algumas pequenas pílulas desta obra eu mencionei em “Roda Viva 4: eu e eles”, que pode ser baixado gratuitamente no link abaixo:



Importante dizer que o Fluminense é o recordista de títulos literários dentre os clubes de futebol na América Latina, e o PANORAMA teve uma participação bastante relevante neste aspecto. A maior parte do Estado-Maior da literatura tricolor já colaborou ou colabora conosco. Hoje, nossa equipe soma 13 escritores publicados, tanto sobre o Fluminense quanto na literatura em geral, e isso dá ao PAN uma credibilidade enorme.


6. Nunca vi um canal sobre o Fluminense com tantos vídeos quanto do Panorama. Existe a previsão de lives também?! Além disso, existem novidades vindas por aí?!

Resposta: Talvez não tenha no futebol brasileiro (risos), ao menos feito voluntariamente por torcedores. São 224 programas de TV desde julho de 2012, mais os especiais, o que deve dar em torno de 300. Um período historicamente rico do clube, para o bem e infelizmente para o mal também. Tudo feito com dinheiro do bolso da equipe e alguns apoios logísticos, mais nada.

Já tivemos rádio ao vivo e, futuramente, a ideia é de ter lives sim. Ainda não encaixamos o formato ideal, temos estudado o assunto com carinho, é possível que em 2019 já aconteça, pois muita gente nos pede isso.


7.   Falando sobre o Fluminense, o que vocês podem me dizer sobre ano de 2018 do clube. Será que o Tricolor poderá brigar por títulos?!

Resposta: Bom, torcemos sempre pelo Fluminense e o clube tem a tradição de ter conseguido muitos títulos com times inicialmente desacreditados. Vivendo inúmeros problemas fora de campo, o Tricolor tem feito uma campanha digna neste primeiro semestre.

Contudo, temos alguns problemas graves que precisam ser combatidos/resolvidos: a) o caixa em situação grave e, consequentemente, a luta para não perder jogadores importantes na janela de transferências; b) a escassez de peças de reposição, sempre necessárias para quem quer disputar títulos ou, ao menos, se classificar para a Copa Libertadores; c) resgatar a torcida e trazê-la de volta ao estádio, sem se limitar a palavras de ordem (o time está muito bem agora, mas a diáspora tricolor vem de muitos anos, desde que viramos nômades, sem ter uma referência no Rio); d) investigar a fundo todos os problemas do clube, de modo a saneá-lo de verdade; e) eliminar esse ódio estúpido alimentado via internet, com claros interesses pessoais e finalidades eleitorais em 2019, que tem afastado os tricolores uns dos outros; f) conseguir uma expressiva linha de crédito para que o Fluminense possa se realinhar economicamente e respirar.

Se todos esses itens fossem contemplados, eu não teria a menor dúvida de que o Flu seria um sério candidato ao título do Brasileiro e da Sul-Americana. Por ora, eu prefiro um passo de cada vez, um degrau de cada vez, vencer a Chapecoense no próximo sábado e continuar na parte de cima da tabela. Vamos ver no que dá.

Tomara que o segundo semestre também seja positivo dentro das quatro linhas. Fora delas, ando com certa desesperança, mas, até contraditoriamente, penso que nunca é tarde em mudar para melhor.

8. Segundo nossos registros, o Panorama Tricolor acabou sendo o sexto maior site do Fluminense no fim de 2017. Existem novidades que a galera tricolor pode esperar acessando o portal?!

Resposta: Uau, que legal! Muito grato, é uma honra.

Bom, sinceramente nosso trabalho não é calcado em “maior” ou “menor”, não fazemos absolutamente nada neste sentido, mas sim de produzir um grande livro dos dias da história do Fluminense, e é o que temos feito. Tanto que abrimos mão da busca por likes através de notícias (algumas, entre aspas mesmo). Fizemos um blog diferente, bem diferente, esse era o objetivo desde sempre.

Flunômeno: sim, eu percebi isso!

9.   Existem vagas para colunista do Panorama, e o que a pessoa PRECISA FAZER se quiser se tornar um novo colunista?!

Resposta: Alguns colegas já escrevem há muitos anos conosco, outros foram indicados por gente da casa, outros entraram em contato solicitando uma oportunidade. Avaliamos cada caso.

O primeiro ponto é, sem dúvida, qualificação técnica. Currículo. Excelente texto, fluência, conhecimento sobre a história do clube também são fundamentais. Regularidade, idem. Ser um autor publicado ajuda muito, desde que a produção tenha qualidade reconhecida.

Segundo: excelente relacionamento interpessoal. Qualidade técnica à parte, o PANORAMA é um blog de amigos, que joga junto. Quem não tem espírito de equipe não tem vaga. Idem para respeito ao Fluminense, às divergências de opinião e às pessoas em geral. Trata-se de uma construção coletiva; se assim não fosse, eu escreveria sozinho e o nome seria “Blog do Paulo Andel”, mas sempre quis trabalhar em grupo. Até mesmo os textos mais críticos não podem abrir mão disso. No passado, foi preciso banir pessoas que demonstraram incapacidade de convivência em grupo e de respeito, de modo que aprendemos com os erros e não vamos repeti-los. Trata-se de um clube simples, modesto, de respeito, porém absolutamente seleto.

Estão descartados: a) panfleteiros eleitorais; b) nanocelebridades de internet; c) promotores do ódio.

De resto, é só falar com o editor sem compromisso.


10. Como você enxerga o Fluminense nos próximos anos?


Resposta: O Fluminense vai viver, o Fluminense continuará a navegar.

Nada completa 116 anos à toa.

No entanto, a grande pergunta é: como o Flu vai navegar?

Todo cuidado é pouco e, por mais que o clube tenha vindo do começo do século passado até aqui, o que nos garante que chegará incólume ao começo do século XXII? Provavelmente falo aqui para torcedores mais jovens e posso atestar: quando criança, em fins dos anos 1970, eu fui ao Maracanã algumas vezes vendo o America do outro lado com bandeirão gigante e sua torcida maior do que a nossa. Onde está o querido e respeitável America?

Entendo que é preciso uma mudança generalizada: no clube, nas arquibancadas, nas finanças caóticas, na essência. O único lugar onde não precisamos mexer muito neste momento, por incrível que pareça, é o campo (com três reforços de boa qualidade, o Flu brigaria de igual para igual com todos os elencos multimilionários do futebol brasileiro). É fazer de Xerém cada vez mais a nossa fábrica de jogadores, mas trabalhando pelos retornos esportivo e financeiro.

 Aquela velha expressão, “fidalguia tricolor”, precisa ser resgatada. Agrupar as pessoas, cativá-las, resgatar o velho espírito de equipe e banir os ódios – o hater é, acima de tudo, um incompetente que utiliza o ódio porque não tem mais nada de útil a dizer ou demonstrar. Pode pegar a lista de todos os que andam por aí mendigando atenção na internet às custas do ódio travestido de opinião: quem tem realmente currículo de verdade para servir ao Fluminense? Ninguém! Qual é o passado dessas pessoas? De onde vieram? É preciso saber.

Trazer mais sócios para o clube e realmente inseri-los no processo político, não como simples massa de coeficiente – ou manobra eleitoral. Não basta apenas o direito de voto, é preciso muito mais do que isso. Como um cidadão tricolor, eu quero ser ouvido e não apenas convocado a apertar o botão de uma urna eletrônica.  

Os melhores nos melhores postos. Quem entende de torcida? Traz! Quem entende de arte, cultura e história? Traz! Quem conhece o clube de verdade, por dentro? Traz! Quem é capaz de trazer grandes parceiros econômicos para o Fluminense? Traz! Quem é capaz de ter boas ideias para agregarmos e expandirmos nossa torcida com ações práticas? Traz!

É preciso extinguir de vez TODAS as picuinhas politicas e libertar o clube de todos os seus feudos, todos sem exceção! Enquanto a discussão menor prevalecer, o casuísmo, a baixa politicagem, a falta de transparência dentro e fora do clube, ele jamais terá o tamanho que todos nós, ou quase todos, queremos. Acima de tudo, responsabilidade dos eleitores em 2019, sem velhas reprises ou falsas novidades que sempre foram do stablishment. E não adianta se escorar em anglicismos feito CEO, Manager etc: o Fluminense precisa de GENTE, gente que saiba ouvir, saiba aceitar sugestões e críticas, saiba apoiar e tenha atitude. Está faltando gente na acepção da palavra. Conheço muitos tricolores fundamentais para o clube que não são ouvidos em nada.

Na arquibancada, precisamos voltar a ser permanentemente a torcida unida, que joga junto sempre, sem vaidades pueris, daquela que encantava qualquer criança para sempre com sua liturgia: as bandeiras entrando juntas, a nuvem imortal do pó de arroz, a sensação de pertencimento. Com senso crítico sempre, é bom que se diga: torcida não é claque, nem nunca será. Mas quando a coisa é conduzida com serenidade, honestidade, diálogo e principalmente transparência, duvido que a torcida não compre a briga e apoie.

O clube precisa ser a casa dos tricolores, de apreço, e não um logradouro que faz o favor de recebê-los. Precisa ser uma referência, daquelas que todo torcedor nosso diga para o outro “Vamos dar um pulo por lá hoje?”.

Tudo isso precisa partir da direção do Fluminense. Ela, e somente ela, tem o poder para levar o clube ao patamar que sonhamos. E para que isso aconteça, é preciso que os dirigentes sejam mesmo compromissados com o futuro, colocando o Flu acima de suas vaidades pessoais e nichos políticos. Sem isso, sofreremos e colocaremos em sério risco as arquibancadas de nossos filhos e netos. Aliás, isso já está acontecendo agora.


Considerações Finais

Muito obrigado pela oportunidade, será um prazer recebê-los na TV PANORAMA.

Que os tricolores deixem de lado os boçais que semeiam o ódio, venham de onde vierem. Que pesquisem, que se informem sobre quem é quem. Não contem comigo para o ódio: tenho mais o que escrever.

Que o nosso time desafie definições neste 2018 e vá bem mais longe do que imaginávamos em janeiro passado.

Saudações Tricolores, abraço.

CONHEÇA O TRABALHO DA PANORAMA TRICOLOR PELOS LINKS ABAIXO 




 @PanoramaTri

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Flusócio lançará livro

Flusócio é o grupo político da qual o atual presidente Pedro Abad faz parte. Conforme já mostrado aqui no blog, este grupo nasceu em 2003 e está prestes a completar 15 anos de existência. Para comemorar tal data, o grupo lançará o livro “Da arquibancada à presidência – a história da Flusócio”, que provavelmente deve ser uma biografia sobre o grupo.

Foto do livro original. Foto: Blog oficial do Flusócio (Divulgação).
Segundo informações do blog do grupo, ainda não há informações quanto a capa do livro, tampouco o preço pelo documento. E vocês, o que acham disso?! Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

Fonte: Blog da Flusócio.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Romerito - Tricolor de Corazón


Livro organizado pela equipe do Flu-Memória é uma releitura de um dos grandes jogadores campeões pelo Fluminense em 1984, Romerito. O livro mostra uma grande entrevista do jogador, relatando fatos marcantes (e polêmicos) de sua carreira, além de fotos históricas, estatísticas, linha do tempo de sua carreira no clube, entre outros detalhes, como a passagem pelo Barcelona, pelo Cosmos e pela Seleção Paraguaia.

O livro tem acabamento de luxo, com capa dura, 136 páginas, publicado em 2014 pela Editora Livros Limitados. Custa pouco mais de R$40 em várias livrarias da internet.

Foto: Divulgação (Capa)

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Taça de Prata 1970

Capa do Livro: Editora Maquinária Tricolor (Divulgação)

Taça de Prata 1970 é um livro escrito por Roberto Sander. Ele foi publicado pela Editora Maquinária Tricolor em 2010. O livro tem pouco mais de 100 páginas, e descreve em fatos a conquista do primeiro Campeonato Brasileiro do Fluminense, em 1970.

O livro está disponível em várias livrarias virtuais, a um preço bastante acessível.

Fluzão é Tetr4

Capa do Livro: Editora Maquinária Tricolor (Divulgação)

Fluzão é Tetr4 é um livro escrito por João Marcelo Garcez, publicado pela editora Maquinária Tricolor, em 2012. Neste livro, o leitor acaba passeando pelos quatro títulos nacionais do Fluminense Football Club, em especial o Título de Campeão Brasileiro em 2012.

O livro tem pouco mais de 100 páginas e tem um preço bastante acessível em livrarias, e também na internet, em várias lojas virtuais.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Fluminense Football Club: Uma Vitrine Esportiva

Capa do Livro: Editora Giostri (Divulgação)

Fluminense Football Club: Uma Vitrine Esportiva é um livro escrito por Ricardo Souza, falando sobre a história do Fluminense, e de como ele se destaca dos demais clubes. O livro foi publicado em 2014, pela Editora Giostri, e possui quase 250 páginas.

Ele está disponível em livrarias, mas também pode ser encontrado na internet à preços populares.

Livro - Pagar O quê?: Resposta à Maior Bravata da História do Futebol Brasileiro


Livro - Pagar O quê?: Resposta à Maior Bravata da História do Futebol Brasileiro é um livro escrito por  Cezar Santa Ana, Joao Marcelo Garcez, Luiz Alberto Couceiro, Marcelo Janot e Valterson Botelho. Tem pouco mais de 200 páginas, e acabou publicado em 2014.

Segundo a sinopse do livro:
"Este é só mais um dos casos do castelo de mentiras de segmentos da crônica esportiva contra o clube carioca, acusado de “virar mesas”, por ter participado também, supostamente sem meios legais, dos Campeonatos Brasileiros de 1997 e 2000 (Copa João Havelange), porém, como no de 2014, através de denúncias ou recursos envolvendo terceiros (Corinthians, Atlético-PR e Botafogo). 
Tais ações desastradas de uma mídia a cada dia menos ética e responsável motivaram a redação deste livro-manifesto, que servirá como uma espécie de código de defesa dos tricolores ante todas as leviandades despejadas contra o Fluminense. “Pagar o quê? – Respostas à maior bravata da história do futebol brasileiro” é um mergulho aos porões de fatos que, por razões vis, nunca foram contados direito antes. Um livro escrito a seis mãos, em defesa do Flu, pelo fim do apartheid tricolor."

O livro é bastante conhecido no meio tricolor, e pode ser encontrados em livrarias, e também na internet, há preços bastante acessíveis. 

Carioca de 1971:A Verdadeira História da Vitória do Fluminense sobre a Selefogo Alvinegra

Capa do Livro: Editora Maquinária (Divulgação)


"Carioca de 1971:A Verdadeira História da Vitória do Fluminense sobre a Selefogo Alvinegra" é um livro que descreve em detalhes o Título do Campeonato Carioca de 1971, principalmente na vitória contra o Botafogo, no jogo final, por 1 x 0.

O livro foi escrito por Eduardo Coelho, e publicado pela Editora Maquinária, em 2011. O livro tem pouco mais de 100 páginas, e está disponível a diversas livrarias, e também na internet, com um preço bem acessível.

Fluminense para Jovens Tricolores

Capa: Editora Livros Ilimitados (Divulgação)

Fluminense para Jovens Tricolores é um livro escrito por Celso Taddei e Chico Soares, publicado com o Selo Livros Ilimitados, no ano de 2014. 

Ele conta a história de Chico, um apaixonado torcedor do Fluminense que acaba descobrindo que seu filho mais novo não gostava tanto assim do clube quanto a ele. A história do livro trata-se do pai querendo mostrar o Fluminense ao filho, para que ele se torne um torcedor do nosso time.

O livro se encontra disponível em livrarias, e também na internet, com um preço bem acessível.

Guerreiros Lance a Lance

Capa do Livro: BB Editora (Divulgação)

Esse livro descreve o nascimento do Time de Guerreiros: desde a arrancada impressionante que aconteceu em 2009, passando também pelo Título Brasileiro de 2010, e também pelos títulos do Campeonato Carioca e do Campeonato Brasileiro em 2012. O livro foi escrito por João Boltshauser, e acabou sendo publicado em 2013.

O livro se encontra em livrarias, e também em alguns sites na internet, com preços bastante acessíveis.

Fluminense Tetracampeão

Capa do Livro: Editrora Sextante (Divulgação)

Fluminense Tetracampeão é um livro ilustrado, mostrando em detalhes a campanha do Tetra Campeonato Brasileiro em 2012.

O livro está disponível em muitas lojas na internet, a um preço bastante acessível. Ele acabou sendo escrito por Dhaniel Cohen, Heitor Dalincourt, João Boltshauser e Carlos Santoro, e publicado pela Editora Sextante.

Fluminense desde menino


Capa do Livro: Editora Mauad (Divulgação)

Fluminense desde menino é um livro ilustrado, escrito por Luís Pimentel, publicado em 2011. É um livro para crianças, para pequenos torcedores do Fluminense. Ele está disponível na internet por um preço bem acessível, e também pode ser encontrado em livrarias (até o momento).

20 Jogos Eternos do Fluminense

Capa do Livro: Editora Maquinária Tricolor (Divulgação)

20 Jogos Eternos do Fluminense é um livro escrito por Roberto Sander (autor também de Dez Mais Do Fluminense, Os - Coleção Ídolos Imortais), e publicado pela Editora Maquinária Tricolor, em 2013. 

O livro mostra 20 Jogos inesquecíveis ao autor da obra, mostrando também a história de grandes jogadores que fizeram parte do Fluminense. O livro pode ser adquirido em várias livrarias, e também na internet, a um preço bem acessível.

A Bíblia do Fluminense

Capa do Livro: Foto (Fluminense Football Club/Divulgação)

A Bíblia do Fluminense é um livro escrito por Sérgio Trigo, mostrando a trajetória de 112 de História do Fluminense Football Club. O livro traz muita de História de muitos nomes e personagens que fizeram pelo nosso Fluminense. Ele está disponível a um preço bem acessível no mercado.

Foi lançado em 2014. Ele é um livro licensiado pelo Fluminense, um produto oficial do Clube.

Dez Mais do Fluminense, Os - Coleção Ídolos Imortais

Capa do Livro (Foto: Editora Maquinária/Divulgação)

Dez Mais do Fluminense, Os - Coleção Ídolos Imortais faz parte da coleção "Ídolos Imortais". O livro tem quase 200 páginas, e foi escrito pelo Roberto Sander, publicado em 2009.

O livro foca em jogadores que vestiram o manto sagrado do Flu: Marcos Carneiro de Mendonça, Romeu, Orlando Pingo de Ouro, Castilho, Pinheiro, Telê, Valdo, Félix, Rivellino e Assis. O livro foi publicado pela editora Máquinária. Pode ser encontrado em várias lojas, ou online pelo Google Books.

1952 - Fluminense Campeão do Mundo


Capa do Livro (Foto: Editora Maquinária/Divulgação)

Livro totalmente dedicado a descrever o título do Mundial de 1952, conquistado pelo Fluminense. O livro foi escrito por Eduardo Coelho, e publicado em 2012, no ano que o Flu conquistou o Tetra Campeonato Brasileiro. Ele tem pouco mais de 100 páginas, e pode tanto ser vendido a versão em .pdf quanto a versão física.

Você pode comprar pela Google Books, ou pelo site da Maquinaria Editora.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O Escândalo do Brasileirão 2013: Como o Flamengo foi Salvo do Rebaixamento

Foto: Blog Observatório Fluminense (Divulgação)

O Fluminense acabou salvo do rebaixamento graças ao Flamengo e Portuguesa, onde ambos perderam 4 pontos na última rodada do Campeonato Brasileiro, ambos por escalações irregulares. Do lado do Flamengo estava André Santos; do lado da Lusa, o zagueiro Everton.

Querendo mais explicações sobre o tema, um torcedor do Fluminense, conhecido como Coronel Paul, escreve primeiro um blog, apontando indícios de que o Flamengo poderia ser o real responsável pela queda da Lusa, e não o Tricolor das Laranjeiras. Os textos do blog acabaram reunidos, de forma que nasceu este livro: O Escandâlo do Brasileirão 2013: Como o Flamengo foi Salvo do Rebaixamento.


Na mídia, quase não foi falado sobre ele. 

A primeira edição se esgotou facilmente, e há uma promessa de uma nova edição.

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